Cogito ergo sun


20/02/2006


Castelo de Areia

Castelo de Areia


Num dia de verão, estava na praia, observando duas crianças brincando na areia.
Elas trabalhavam muito, construindo um castelo de areia, com torres, passarelas e passagens internas.

Quando estavam quase acabando, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo à um monte de areia e espuma.
Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado, mas tive uma surpresa.
Em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água,
Sorrindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo...



Compreendi que havia recebido uma importante lição:
Gastamos muito tempo de nossas vidas construindo alguma coisa.
E mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir o que levamos tanto tempo para construir.
Mas quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar, será capaz de Sorrir !!!.
Tudo é feito de areia;
Só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.

illuminatti.'.

Escrito por illuminatti às 22h15
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17/02/2006


LENDA ORIENTAL

LENDA ORIENTAL

Conta uma popular lenda do Oriente Próximo, que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e aproximando-se de um velho perguntou-lhe:



- "Que tipo de pessoa vive neste lugar ?

- "Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ?" -

perguntou por sua vez o ancião.

- "Oh, um grupo de egoístas e malvados. - replicou o rapaz - Estou satisfeito de haver saído de lá."



A isso o velho replicou:

- "A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui."

No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:

- "Que tipo de pessoa vive por aqui ?"

O velho respondeu com a mesma pergunta:
- Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem ?

O rapaz respondeu:

- "Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras.

Fiquei muito triste por ter de deixá-las".

- "O mesmo encontrará por aqui"- respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho :



- "Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?

Ao que o velho respondeu :

- "Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive.

Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui.

Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto".

Infunda em si mesmo a idéia do sucesso.

O primeiro requisito essencial a todo homem para encontrar
uma vida digna de ser vivida, é ter uma atitude mental positiva.

illuminatti.'.

Escrito por illuminatti às 13h54
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14/02/2006


Assim é a Vida

Assim é a Vida

“ Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas. Em certo ponto de seu percurso, notou que a sua frente havia um pântano imundo, por onde deveria passar.

Olhou, então, para Deus e protestou:

·         “Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso, e você me obriga a atravessar um pântano sujo como esse! Como faço agora?”

Deus respondeu:

·         “Isso depende da sua maneira de encarar o pântano.

Se ficar com medo, você vai diminuir o ritmo de seu curso, dará voltas e, inevitavelmente, acabara misturando suas águas com as do pântano, o que o tornara igual a ele. Mas, se você o enfrentar com velocidade, com forca, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformara em gotas que formarão nuvens, e o vento levara essa nuvens em direção ao oceano. Ai você se transformará em mar”.  Assim é a vida. As pessoas engatinham nas mudanças. Quando ficam assustadas, paralisadas, pesadas, tornam-se tensas e perdem a fluidez e a forca. É preciso entra pra valer nos projetos da vida, até que o rios se transforme em mar.  Se uma pessoa passar a vida toda evitando sofrimento, também acabará evitando o prazer que a vida oferece. Há milhares de tesouros guardados em lugares onde precisamos ir para descobri-los. Há tesouros guardados numa praia deserta, numa noite estrelada, numa viagem inesperada...  O importante é ir ao encontro deles, ainda que isso exija uma boa dose de coragem e desprendimento.

Não procure o sofrimento. Mas, se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o . Arrisque, ouse, avance na vida. Ela e uma aventura gratificante para quem tem coragem de arriscar.”

illuminatti.'.

Escrito por illuminatti às 16h09
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11/02/2006


Sou Responsável pela Guerra ou pela Paz!

 

 

Sou responsável pela Guerra...

Sou responsável pela Paz...

Quando orgulhosamente faço uso da minha inteligência para prejudicar o meu semelhante.

Quando menosprezo as opiniões alheias que diferem das minhas próprias.

Quando desrespeito os direitos alheios.

Quando cobiço aquilo que uma outra pessoa conseguiu honestamente.

Quando abuso da minha superioridade de posição privando outros de sua oportunidade para progredir.

Se considero apenas a mim próprio e a meus parentes pessoas privilegiadas.

Quando me concedo direitos para monopolizar recursos naturais.

Se acredito que outras pessoas devem pensar e viver da mesma maneira que eu.

Quando penso que sucesso na vida depende exclusivamente do poder da fama e da riqueza.

Quando penso que a mente das pessoas deve ser dominada pela força e não educada pela razão.

Se acredito que o deus de minha concepção é aquele em que os outros devem acreditar.

Quando penso que o país em que nasce o indivíduo deve ser necessariamente o lugar onde ele tem de viver.

Se direciono correta e construtivamente os poderes da minha mente.

Se concedo ao meu semelhante o direito pleno de se expressar, de acordo com o seu próprio entendimento das verdades da vida.

 

Se reconheço que os meus direitos cessam quando se iniciam os direitos de outros, e aceito isso como um mínimo indispensável de disciplina.

Se faço uso dos poderes interiores para criar as minhas próprias oportunidades.

Se consigo promover a evolução dos que me cercam, sem considerar ameaçada a minha posição, e entendo que esta é a minha maior fonte de sucesso.

Se compreendo que as Leis Divinas diferem das criadas pelo Homem, e que nenhum direito divino especial é concedido a alguém unicamente por seu berço.

Se reconheço que os recursos naturais devem servir indistintamente a todas as formas de vida, e que não me cabem direitos exclusivos sobre eles.

Se compreendo que nada é mais livre do que o pensamento e que o pensamento construtivo transforma o Homem, direcionando-o à sua verdadeira meta.

Quando sinto que toda felicidade depende do simples fato de existir... de estar de bem com a vida.

 

Se percebo que todo ser humano pode vir a ser um grato amigo, quando convencido pela argumentação sincera.

Se considero que "a Alma de Deus adquire personalidade no Homem", e que este só pode conceber Deus a partir de sua própria percepção da Divindade.

Se reconheço a mim e ao meu semelhante como partes integrantes do universo e que a cada um cabe a busca do lugar onde melhor possa servir.

 

Se estou em paz, eu promovo a paz dos que me cercam. Por sua vez, eles promovem a paz daqueles que estão à sua volta e que também farão o mesmo. Então, a paz começa por mim! E sem ela não pode haver a necessária transformação social.

 

Ralph Maxwell Lewis, FRC

 

Escrito por illuminatti às 21h44
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08/02/2006


Acreditar e Agir

Acreditar e Agir.

Um viajante ia caminhando em solo distante, as margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem.


Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.

 


O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.

 Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.
Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, a outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
- Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-la!


illuminatti.'.

Escrito por illuminatti às 21h53
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05/02/2006


As Mãos

Naquela manhã o jovem professor chegou à escola um tanto cabisbaixo.
Problemas se somavam e pesavam sobre sua sensibilidade de jovem idealista.
Estava difícil suportar. Foi então que, durante uma reunião de trabalho ele não pode controlar as lágrimas que lhe escorreram pelo rosto, em abundância.
Uma amiga, que o observava, em silêncio, estendeu as mãos e segurou as dele, num gesto de ternura.
Foi uma atitude simples, mas significou muito para aquele jovem, pois ele sabia que a amiga tinha uma vida super atarefada; muitas atividades e preocupações, filhos, marido, empresa, mas, mesmo assim, tinha tempo para dedicar ao amigo, para estender-lhe as mãos.
Aquele gesto simples levou o jovem a escrever sobre a importância das mãos. O texto diz mais ou menos assim:

As mãos podem muitas coisas: oferecer apoio no momento certo, estender-se para consolar, segurar firme para amparar.

Mas o que mais podem as mãos?

As mãos saúdam, as mãos sinalizam. As mãos envolvem, dão carinho.

As mãos estabelecem limites. Escrevem. Abençoam.

As mãos desenham no ar o "adeus", o "até logo".

As mãos agasalham. Curam feridas.

Para o mudo a mão é o verbo. Para o idoso é a segurança.

Para o irascível a mão erguida é ameaça. Para o pedinte a mão estendida é súplica.

Para quem ama, a mão silenciosa, que acolhe a do ser amado, é felicidade.

Para quem chora, a mão alheia é conforto.

Há mãos que agarram, perturbadas. Há mãos que tocam, suaves. Há mãos que ferem. Há mãos que acariciam. Há mãos que amaldiçoam.

Há mãos que abençoam. Há mãos que destroem. Há mãos que edificam, trabalham, realizam.

Há pessoas que transmitem energias, através da imposição de mãos, entregando-se a essa tarefa tão bela de amor.

Nossas mãos podem exteriorizar o amor, construindo templos, hospitais e escolas; fabricando vacinas e equipamentos médicos; alimentando famintos, medicando enfermos...

Podem concretizar a paz social assinando tratados de armistício, escrevendo livros, guiando carros, pilotando aviões, varrendo ruas, tocando instrumentos musicais, pintando telas, esculpindo, construindo móveis, prestando serviços...

Podem manifestar fraternidade, ao lembrarmos da essencialidade do humano, da sensibilidade, da empatia, estendendo-as a um irmão que, num dia difícil, põe-se a chorar.

Suas mãos são abençoadas ferramentas para construção de um mundo melhor.

Use-as sempre para edificar, elevar, dignificar, apoiar, acenar com a esperança de melhores dias...

illuminatti.'.

Escrito por illuminatti às 16h13
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02/02/2006


Algo que te incomoda e preocupa??

Te aborreces estudar..???


 

A eles não!!!

 

Odeias verduras???

 

A eles lhes dói a fome...!!!

 

Vives de dieta...????

 

Eles morrem de dieta..!!!!!!

 

Te incomodas a super proteção dos teus pais...?????

 

Eles não tem pais...!!!

 

Te aborrecem os mesmos jogos...????

 

Eles não tem opção...!!!!!!!

 

Te compraram um adidas e você queria um nike????

 

Eles só tem essa marca....!!!

Te chateia que te mandem dormir....?????

 

Eles gostariam de não poder despertar...!!!!

E você? algumas vezes parou para refletir ?

A falta de amor, o egoismo, a falta de fraternidade, e (...) "pontinhos"

de exentricidade, fatores negativos que estão levando a humanidade ao retorno primitivo do ser.

Em seus momentos esta semana, suplico-lhe para que dedique um minuto diário através de

seus pensamentos positivos por todos que necessitam, vamos construir uma sociedade melhor...

Seja bem -vindo...

illuminatti...

texto retirado da internt... não tenho a autoria...mas serve p/ reflexão...  

Escrito por illuminatti às 15h20
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30/01/2006


Suicídio/Ateus???

Casal de ateus

   
 
Havia um casal de ateus que tinha uma filha. Os pais jamais lhe falaram de Deus.
Uma noite, quando a menina tinha cinco anos, seus pais brigaram e o pai atirou em sua mãe
.

Em seguida se suicidou.


Tudo isto diante da menininha. Ela foienviada a um lar adotivo.

Sua nova mãe levou-a a uma igreja. Nesse dia, a mãe explicou à professora das crianças que a  menina jamais havia escutado falar de Jesus e que, por favor, ela tivesse paciência.
A professora apanhou uma figura de Jesus e perguntou a todos:



"Alguém sabe quem é essa pessoa?".

A menininha respondeu: "Eu sei, eu sei, esse é o homem que estava segurando minha mão na noite em que meus pais morreram..."



Se você crê que a menina está dizendo a verdade, mesmo que  nunca tenha escutado falar de Jesus e que ele segurava a mão naquela  noite, é por que você tem fé.



"Eu acredito no sol, mesmo quando não ilumina. Eu acredito  no amor, mesmo quando não o sinto. Eu acredito em Deus, mesmo quando  permanece calado".



(escrito na parede de um sótão utilizado por Judeus, que se  escondiam de nazistas).

illuminatti.'.

Escrito por illuminatti às 17h09
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27/01/2006


LIMITES

Descubra seus limites, mas entenda que eles não precisam ser

 

eternamente os mesmos.

Você poderá modificá-los se assim o desejar.

Nossos limites quase sempre nos foram impostos pelas circunstâncias.

Aceitá-los ou não é uma questão de vontade.

Quando uma limitação estiver incomodando, pense que está na hora de começar a modificá-la.

Depende só de você ousar romper as barreiras que estejam impedindo a sua felicidade.

Não aceite nunca a acomodação, quando houver uma possibilidade, ainda que aparentemente pequena, de mudar as condições de sua vida.

Lembre-se sempre que você constrói o seu destino a cada dia, com seus pensamentos e com suas atitudes.

Comece hoje a construir o futuro que você deseja viver.

illuminatti 

Escrito por illuminatti às 19h13
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21/01/2006


Os doze pratos...

Os doze pratos

Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelana, de rara quão
antiga procedência, constituída por doze pratos assinalados por grande
beleza artística e decorativa.



Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse
uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria,
o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma
circunstância fortuita.



A notícia tomou conta do Império, e, às vésperas da execução do
desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se
comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.



Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando
ancião. Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes
sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa
porcelana fossem espalhados em volta do móvel.



Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto
inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as
bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.

Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno,
ele disse:

* Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar
matar-me. Desde que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e
considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me
em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças
for quebrada. Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas,
já que elas, diante desses objetos nada valem.

Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo,
compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma.

Quantas vezes, deixamos o nervosismo do momento tomar lugar nas nossas
vidas e duras palavras ferem a quem amamos!
Quantas coisas colocamos na frente do amor, do respeito, da compreensão
que deveríamos ter?

Que no final de semana, tenhamos tempo para meditar se não estamos matando
por um prato quebrado...

autor desconhecido...

illuminatti.'.

Escrito por illuminatti às 23h19
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18/01/2006


hoje à noite...

Hoje à noite olharei para o céu e procurarei a 

mais linda e brilhante estrela que lá houver. 

Com meus olhos fixos nela vou formular meus desejos.

O primeiro será meu pedido de PAZ.

Pedirei também que haja mais fraternidade e compreensão entre as pessoas, entre os povos.

Que as pessoas se amem, se respeitem, se perdoem.

Que o compartilhar se torne um hábito constante nos bons e nos maus momentos.

Que cada um consiga comover-se com a lágrima de seu vizinho.

  

E que cada um divida também seus sorrisos e alegrias.

Que a correção de atitudes seja um ato inconsciente, e não apenas resultado de aprendizagem.

  

Que cada criança da terra seja tratada como um filho muito amado.

 

Que cada velho seja respeitado por tudo que foi um dia e por tudo que ainda é.

 

Que os jovens possam alimentar muitos sonhos de esperança.

 

Que todos, indistintamente, lembrem-se de plantar amor para poder colhê-lo depois.

Por fim pedirei à estrela que reparta com a Terra seu brilho e que o mundo então amanheça resplandecente de luz.

Paz profunda.'.

illuminatti...

Escrito por illuminatti às 20h54
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12/01/2006


vc js se viu no espelho???

O MENINO QUE VENDIA ROSAS

    Descalço, pernas finas, o corpo raquítico mal abrigado sob uma
camisa cheia de rasgos,

o menino percorria, todas as noites, os bares
da praia oferecendo rosas vermelhas aos casais que bebiam e comiam,
passando o tempo.



    Fazia-o com os olhos tristes pingando dor e sofrimento. Nem
todos, no entanto, entretidos, e dando risadas, ouviam-no fazer a
oferta. Com a voz minguada, como quem pede esmola, dizia:

    - Uma rosa, senhor, uma rosa para o seu amor!



    E aguardava, por instantes, que a comprassem por qualquer
importância.     Uma simples moeda serviria para juntar-se às outras
e completar o suficiente para adquirir um pouco de comida e prover o
sustento da avó idosa, trancada dia e noite no casebre do morro, à
espera de que a morte chegasse para levá-la para um mundo melhor.



    As rosas, o menino as apanhava, de manha, no lixo e no refugo das
feiras, meio despetaladas, com hastes quebradas e folhas amarfanhadas.

    Durante o dia tratava-as com carinho selecionando as menos
feridas e as colocando, à sombra, num pote com água.

    Noite após noite, naquela ronda, mesmo quando o tempo ameaçava
chuva, o menino percorria as mesas dos bares e restaurantes, com a
mesma cantilena:

    - Uma rosa, senhor, para o seu amor!

    Uma noite o menino sonhou. Viu, de repente, um homem rico que
morava em luxuosa mansão, erguida numa colina que dava vistas para o
mar.



    Aliado ao luxo, ostentava sua fortuna, amealhada em negócios, nem
sempre lícitos. Coração insensível, alheio aos sentimentos de
fraternidade, era conhecido como egoísta e avarento. Mas, apesar de
tudo, era figura sempre requestada nos salões sociais e nas reuniões
políticas.
    Certa noite, quando regressava de uma festa com a companheira, em
que a bebida e os prazeres mais instintivos se distinguiam pela
fascinação orgíaca, encontrou a dormir, na varanda da mansão, envolto
em trapos, um menino com cerca de doze anos. Assustado, julgando
tratar-se de um pivete aguardando sua chegada para avisar assaltantes
que, decerto, penetrariam no palácio, não hesitou em acordá-lo aos
gritos e pontapés.

    - Para fora, ladrãozinho! Para fora!



    E desancou-lhe aos socos e empurrões, provocando sua queda escada
abaixo.

    Em poucos minutos o menino, sem forças, revirou os olhos e deu um
gemido curto. A vida se esvaiu dele como um fluido que se desprendia.

    Vendo-o imóvel, o homem abaixou-se e constatou o crime.
Amedrontado, tomou o corpo indefeso em suas mãos e levou-o até a rua,
abandonando-o no leito de um pequeno canal, que cortava a avenida
ladeada de árvores.

    Livre do fardo regressou à casa com a companheira e
desapareceram, porta adentro.

    O sonho se desfez nessas últimas imagens.



    Acordando, trêmulo, o menino que vendia rosas observou o teto de
zinco do casebre onde residia. Na tela do pensamento, viu que o homem
rico, perverso e egoísta, era ele mesmo, em vida passada há mais de
um século. E a companheira, que a tudo assistira, era a velha avó que
jazia, entre trapos, quase entrevada, na enxerga úmida e apodrecida.

    A madrugada veio, silenciosa.

    O menino levantou-se, tomou uma caneca de água e mastigou um
pedaço de pão velho. Desceu o morro em direção à feira para recolher,
na rotina de todos os dias, entre os restos atirados ao chão, sobras
de frutas e talos de verdura para a refeição, e as rosas despetaladas.

    À noite, nos bares da praia, repetiu a cantilena:

    - Uma rosa, senhor, para o seu amor!
 



Irmão X
Psicografia de Heitor Luz Filho
"Casos e Coisas, Daqui e Daí..."

illuminatti.'.

Escrito por illuminatti às 14h24
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09/01/2006


AQUARELA

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo

E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
Giro o lápis em torno da mão e eu me dou uma luva.
E se faço chover, com dois riscos tenho um
guarda-chuva.

Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel.
Num instante imagino uma linda
gaivota a voar no céu.

Vai voando, contornando a imensa curva, norte e sul,
Vou com ela viajando no Havaí, Pequim ou Istambul,
Pinto um
barco à vela,
branco, navegando, é tanto céu e mar, num beijo azul
.

Entre as nuvens vem surgindo um lindo
avião rosa e grená.
Tudo em volta colorindo com suas luzes a piscar.
Basta imaginar e ele está partindo, sereno e lindo.
E se a gente quiser ele vai voltar.

 

Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida.
Com alguns bons amigos
bebendo de bem com a vida.

De uma América a outra eu consigo passar num segundo.
Giro um simples compasso e num círculo eu faço um mundo.

Um menino caminha e caminhando chega no muro.
E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está.

E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar.

Não tem tempo, nem piedade, nem tem hora de voltar.
Sem pedir licença muda a nossa vida.
E depois convida a
rir ou chorar.

 

Nesta estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
E o fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
Vamos todos numa linda passarela de uma aquarela.
Que um dia, enfim, descolorirá...

Toquinho/

Bom Dia.....

illuminatti.'.

Escrito por illuminatti às 20h01
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06/01/2006


O q ficou???

 

                    O Que Ficou?...

 
 
De tudo, ficaram três coisas:

 * A certeza de que estamos sempre começando....

 




* A certeza de que precisamos continuar...
 
 
 



* A certeza de que seremos interrompidos

      antes de terminar...
 
 



Portanto, devemos:


Fazer da interrupção um caminho novo...


Da queda, um passo de dança...
 



Do medo, uma escada...
 
 


Do sonho, uma ponte...


Da procura, um encontro...
 


Fernando Pessoa

Escrito por illuminatti às 19h32
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03/01/2006


Vc ja pensou nisso?

A Escolha

Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.

Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue. Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes, então:

  

"Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem lá trancados". 

 

Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.

Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:

-Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?

  

-Diga, soldado.

-O que havia por detrás da assustadora porta?

-Vá e veja você mesmo.

O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, à medida em que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que...

...a porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE !!! O soldado, admirado, apenas olha seu rei, que diz: - Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar-se a abrir esta porta.

Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?

Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

Pense nisso...

BOM DIA..........

eduardo...

Escrito por illuminatti às 16h09
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